O Brasil e os Estados Unidos são os principais exportadores de cloreto de polivinila, respondendo conjuntamente por cerca de 35% do comércio global recente, enquanto a União Europeia e o México figuram como os maiores importadores, concentrando aproximadamente 42% das importações mundiais no período 2024–2026.
Observa-se estabilidade relativa nos fluxos comerciais desde 2023, com ligeira expansão nas exportações asiáticas, enquanto os preços do cloreto de polivinila mantêm trajetória moderadamente ascendente em função da pressão contínua sobre custos de produção e logística.